:: JORNAL ASSINAP - setembro / 07 - pág. 06
 
TRIBUNA LIVRE

O que você acha da reposição salarial de 54,30%?

1 - É o mínimo que pode ser feito, chega de enganação.
22/9/2007 -- 19h24

2 - Fomos acostumados com míseros percentuais, e quando nos deparamos com uma proposta baseada nas perdas, achamos até que teremos um grande aumento,não é o caso da justiça que sempre corrige,aí achamos que eles ganham bem
22/9/2007 - 09h07

3 - Dinheiro é bom e nós gostamos muito, mas a questão não é só essa, e sim uma forma de valorizar aqueles que arriscam a sua devida para manter um estado democrático de direito
20/9/2007 - 22h47

4 - Estou de acordo, mas poderíamos dar outra proposta como manter o soldo do soldado em no mínimo um salário mínimo, como era antigamente e escalonar até coronel.
20/9/2007 - 17:36

5 - Sem dúvida alguma, estou de acordo. E aproveito para parabenizar os dirigentes da Assinap pela luta que vem empreendendo em prol dos seus associados.
13/9/2007 - 13:01

Como a polícia deve agir para combater as milícias?

1 - Investir nas corregedorias, pois o mal não se pode combater com o mal. Só estão degradando mais a imagem das corporações. Só vemos recrutas, ex-bm, pm, civil e bandidos misturados, com carrões zero, de ouros nos braços e pescoços, cobrando pedágio de comerciantes, monopolizando transporte, venda de gás etc. É bandido também e devem ser expurgados de nosso meio.
Pra falar a verdade, os mesmos falam que não estão nem preocupados quanto ganham, pois querem é a carteira, inclusive com a conivência de oficiais. O pior cego é aquele que não quer ver. 22/9/2007 - 09:16

2- A questão não é ser contra ou a favor, é claro que a constituição federal veta esse tipo de atividade, uma afronta ao estado democrático de direito, mas vejamos do seguinte ângulo. Em comunidades onde ainda não há milícia, o estado continua onipresente, ou seja, falam em retirar as milícias dessas comunidades, mas onde elas ainda não estão quem domina são os traficantes. Chegamos então a mais uma demagogia proclamada principalmente pela mídia sensacionalista.
20/9/2007 - 22:41

3 - Só tem uma solução se colocar policiamento ostensivo e de alto poder bélico dentro das favelas, 24 horas por dia, mas com seriedade. Se não, a solução vai ser sempre a milícia, que, aliás, continuará, pois o poder público nada fará, claro, fará sim, punirá aqueles que de forma ilícita protege os moradores, pois o estado os abandonou.
20/9/2007 - 01:57

4 - Contra milícias não deve se existir ações ou opressões, 99% são policiais de boa índole, os quais para garantir o sustento honesto de suas famílias, criam uma policia paralela e acabam ajudando ao estado, já que este não está com moral suficiente para mandar policiais ocuparem as favelas inibindo o tráfico de drogas. Ao partir para averiguar a vida de um praça porque o estado não começa pelos oficiais, aí sim poderá começar cortar o mal pela raiz.
15/9/2007 - 09:02

5 - A polícia não deve agir, quem deve agir é o Estado. Os traficantes dominaram áreas carentes por total inércia do Poder Público. O que as milícias fazem é por ordem onde o Estado não ocupa. Dos males o menor.
13/9/2007 - 15:33

Você está satisfeito com o comandante de seu batalhão?

1 - Não, não estou satisfeito com o comandante do 32º BPM, não por ser um mau comandante, mas por estar preocupado com praças e esquece que os oficiais estão enriquecendo, a começar pelo p/1. É só entrar no orkut e verificar na comunidade do 32º bpm e se verá muitas das denunncias e ninguém da a mínima.
20/9/2007 - 14:58

2 - Não se pode ficar satisfeito com nenhum Comandante de Batalhão, pois eles existem só no papel, sem autonomia, apenas a autonomia de aplicar punições, pois do resto, apenas são cumpridores de ordens. 20/9/2007 - 01:59

3 - No momento estou satisfeito com meu atual Comandante, pessoa íntegra, competente e empreendedor. Colocou o CMM em posição de destaque como unidade de apoio logístico.
13/9/2007 - 15:35

 
Valeu a pena esperar
Foram necessários 4 anos de espera para que a viúva Maria José Bernardo Lopes conseguisse obter, na Justiça, o direito à revisão de pensão.

“O pessoal da ASSINAP foi muito persistente. Não desistiram, mesmo com toda demora da Justiça”, disse ao saber da notícia que havia tido ganho de causa.

Viúva do 3º sargento Miguel Lopes, ela um valor totalmente defasado. Tomou conhecimento da ASSINAP quando recorreu ao hospital da PM de Niterói e comentou sobre sua pensão com uma outra pensionista.

“Ela me aconselhou a procurar a ASSINAP, dizendo que era uma instituição séria e que poderia me ajudar. Graça a Deus, eu segui o conselho e consegui esta vitória em minha vida. Estou muito feliz e grata a todos da ASSINAP”, diz Maria Bernardo.

O dinheiro a mais já tem destino certo. Vai servir para a reforma da modesta casa que possui em Niterói, que desde que o marido faleceu já estava precisando de obras, e também vai ajudar no estudo dos filhos.
 
Invasão financeira
O associado da ASSINAP Marcelo João Souza Fernandes é indenizado por ato abusivo do Banco Itaú que descontou parcela mínima de cartão de crédito diretamente de sua conta, sem autorização.

Marcelo teve a seu favor, em segunda instancia, Acórdão proferido pelo Conselho Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Estado do Rio de Janeiro, que condenou a título de danos morais as empresas rés Banco Itaú e Itaucard, nos autos do processo 2006.813.002147-0.

Da súmula de julgamento reconheceram os juízes que compõem a Quarta Turma Recursal em entender como abusivo o ato praticado pelas rés que unilateralmente procederam a retirada de valores da conta corrente em nome do associado para pagamento de cartão de crédito.

Segundo o advogado da ASSINAP responsável pelo processo e que interpôs o recurso provido, Márcio Castro, tal prática é costumeira por parte das instituições financeiras.

“As empresas fundadas em cláusulas contratuais nulas de pleno direito, colocam o consumidor em desvantagem excessiva diante da relação que os cercam”.

O advogado alerta aos associados que caso venham a enfrentar situação análoga, devem buscar ajuda ao judiciário em busca de tutela jurisdicional, procurando o mais rápido possível o departamento jurídico da ASSINAP para fazer valer seus direitos.