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A violência está aí instalada.
O crime organizado mais organizado que nunca. Culpar somente as autoridades
é banalizar o problema. A sociedade, da qual fazem parte os usuários
de drogas, é responsável também pelas mortes nos
confrontos com marginais. São os usuários que financiam
toda essa parafernália que enluta milhares de famílias.
São também os serviços clandestinos, comandados
pelos traficantes que capitalizam e equipam com armar modernas essa
organizações criminosas. Armas de onde partirão
o tiro que irá entristecer a família de um policial ou
de um membro dessa mesma sociedade que contribuiu para isso.
O fato do usuário achar que está fumando maconha “de
brincadeira”, “pra relaxar” ou cheirar cocaína
“pra ficar mais corajoso”, se convencendo que não
está fazendo mal a ninguém é pura ilusão.
Ele está alimentando diretamente a rede do mal. Depois de viciado
fará de tudo para consegueir a droga. Os pais de hoje em dia,
muitas vezes, não acompanham as atitudes dos filhos, quando estes
saem à noite.
Mas existe um momento de decisão entre o bem e o mal, em que
se deve fazer a seguinte pergunta diante da droga: Isto vai resolver
o meu problema, a minha dor?
Com certeza, a resposta será não. Do lado do bem só
existe um estimulante que revigora, que cura o corpo e alma: Deus, através
de uma substância maravilhosa chamada fé.
A Revista Época de março de 2009 colocou em sua capa o
título “A fé que faz bem à saúde”.
Esse título vai de encontro a outros estudos que demonstram o
poder da fé em Deus na cura de doenças. A Revista científica
“Proceedings of the National Academy of Sciences” publicou
estudo do respeitado Jordan Grafman, chefe do Departamento de Neurociência
Cognitiva do Instituto de Distúrbios Neurológicos e Derrame.
O trabalho comprova que a crença em Deus é determinante
no comportamento social do homem. As pessoas são mais saudáveis
por não recorrerem a vícios como alcool e drogas. |
| Preocupo-me
com a falta de sensibilidade, com o senso de pudor social, com a idiossincrasia
de vertentes associadas ao modus vivendi da sociedade que tudo quer
e nada faz. Sempre “não fui eu”, “não
é comigo”, “pode ser pra depois”, o defeito
é dos outros, depois teremos dias melhores. Outrora, quando a
sociedade detinha a informação através da fala,
do som, dos gestos, de conceitos, exemplos e as conquistas pessoais,
onde a supremacia da existência do ser era a maior dádiva
da vida, valores individuais valiam de forma objetiva sobre as de valor
subjetivo. Eu conhecia pessoalmente os valores individuais, chamava
meu vizinho pelo nome.
Hoje, prevalece o subjetivo: fios, ondas, cabo. A informação
viaja em nano segundos, sabe-se já o que se fala agora, não
importa se no Japão, na França, nos Estados Unidos ou
no Brasil. O teste de ambivalência é de somenos importância.
Viajo, vejo, descubro, vivo, estou e sobejo mais em casa do que se estiver
no telefone ou nas estradas procurando ou falando com amigos pessoalmente.
Vejo que os bons resultados obtidos, de todas as formas imagináveis
possíveis, como o resgate social, profissional, cultural, econômico,
claro com as raríssimas exceções, vieram daqueles
que obtiveram, em tempo real, uma boa formação familiar.
Perseverança, altruísmo, faz com que pessoas façam
de forma a essência do florescer, os dogmas do porvir.
Amanhã, quero que aqueles arraigados pelo dissabor, renegados
e abnegados, irrequietos, apedrejados, sonegados, famintos pelo conhecimento,
vivam a esperança de que algo de melhor vai acontecer. Amará
pela esperança daquilo que me fará melhor.
Circunda-nos avalanche de informações desconectadas e
complexas que nos afligem e impingem ações que divergem,
arrepiam, confundem, infundem, criam e formam opiniões.
Nos anos 70, infundiram nas nossas mentes que Gerson era o proeminente
ícone de todos os brasileiros ativos quando o Brasil venceu a
copa do mundo. As pessoas instituíram a lei de Gerson: “quero
levar vantagem em tudo”.
Os valores individuais perderam-se no tempo, nas divagações,
nas intempéries, nos arroubos, o homem perdeu-se, diluiu no tempo
e no espaço, misturou-se.
A corrupção tem, hoje, conotação de que
os que a usam são os maiorais, os melhores (the Best). Aqueles
que nos representam destituíram-se de valores. Degradando-se,
esqueceram que bem maior - dignidade, esperança, pundonor, amor
ao próximo - só constrói. Hoje, desacredito da
justiça, do poder executivo e do legislativo. Incrédulo,
quero um país melhor, forte e coeso. Mas eles, sem amor e pundonor,
destruíram a minha esperança. A descrença me faz,
às vezes, agir igual, tirar vantagem. Penso nos meus filhos e
netos, volto atrás, quero que tudo mude.
A esperança é maior. Amo o Brasil.
Dilson Modesto Vasconcelos de Andrade - Administrador de
Empresas PM Ref; associado da Assinap: dilson_modesto@hotmail.com
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