Quanto é
nobre e sacrificado ser professor neste país. Quantos de vocês,
desde a infância, alimentaram esse sonho de formar pessoas, para
que tivéssemos um mundo melhor?
Há professores, que ao passar o ensinamento às gerações
de meninos e meninas, homens e mulheres, tem o poder de transformar
e influir nos seus sonhos, tudo por terem imenso amor pela profissão.
E esse exemplo fica para sempre.
É professor, foi você quem me ensinou a ler e a escrever,
viajou comigo em imaginação. Deu-me educação,
me socializou, me mostrou como se vive em comunidade, me disse o que
era o querer saber e a importância da família, da cultura
e do aprendizado.
Queridos educadores, por vocês passaram poetas, presidentes, bons
pais e irmãos, técnicos renomados, pessoas normais, cidadãos.
A você que acorda cedo, e alguns ainda viajam em ônibus
cheio, e é obrigado a esquecer seus próprios problemas
para entrar nos nossos. Que se dedica e deixa os percalços da
sua vida de lado. Que por vezes é incompreendido por pais, alunos,
governos e a sociedade.
A você que esquece o baixo salário em troca de ver o efeito
do seu esforço e ter mais um indivíduo com a luz do saber.
Educadores, não esmoreçam, continuem, pois maior que a
recompensa dos homens é a de Deus.
E aqui neste momento de divagação agradeço de forma
profunda, e com todo o meu coração, por vocês existirem
e que o próximo ano seja bem melhor do que este. |
logística
que deveria ser aplicada nas ações da polícia é
usada em larga escala pelos bandidos que só assaltam em grupos,
com retaguarda e tudo que tem direito. Usam táticas de guerrilha
urbana em tumultos e eventos destrutivos. Será que praticariam
esses atos sozinhos?
As crianças são orientadas nas escolas a sairem em grupos
com a finalidade de proteção contra possíveis atos
violentos. Os jovens andam agrupados ao se deslocarem à noite
em festas e eventos, também para se sentirem mais seguros.
Por que o policial militar, muito mais vulnerável pela função
perigosa que exerce tem que estar só em locais críticos,
sendo alvo fácil para bandidos?
Quando os policiais estão em grupos, os criminosos pensam duas
vezes antes de alguma ação contra eles. O policial militar
não é um robô, que não tem vida nem família.
Se um robô falha não tem problema, ele se desintegra e
a máxima perda será o dinheiro investido nele. Nada mais.
Já o policial perde a vida, a família perde um ente querido,
que infelizmente vai ser transformado em estatística.
A única semelhança entre o policiail e o robô, é
que por ironia, os dois são comandados à distância.
Américo José
Policial reformado, associado da ASSINAP
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Defender
a PEC 300 é defender toda a sociedade. Os policiais militares
são essenciais para toda sociedade brasileira por que são
eles que nos dão segurança, mas tem uma péssima
remuneração ainda mais levando em conta o risco que correm
todos os dias.
Apesar das críticas, continuaremos na defesa dos direitos humanos
de todos os profissionais de segurança pública. Estaremos
denunciando tudo aquilo que estiver contra o cidadão que está
dentro da farda, pois, muitas vezes comandantes e secretários
de segurança traçam estratégias mas esquecem que
o material que eles irão usar para esta estratégia é
um ser vivo e que tem a suas limitações.
Segundo a Constituição Federal “ninguém poderá
sofrer tortura” (artigo 5º. III, XLIII e XLVII) , mas quando
vamos em direção centro ou zona sul do RJ, nos deparamos
com policiais tirando serviço em local exposto diretamente ao
sol.
Há policiais subindo o morro para iminente confronto sem capacete
de aço, sem fardamento adequado para aquela ação.
Por que colocar vidas em risco e não implantar uma segurança
preventiva ou investigativa?
O nosso maior exemplo é a polícia federal que prende os
maiores e mais perigosos bandidos sem dar um único tiro.
Por isso, é que entramos em defesa não só da PEC
300, mas de todos os profissionais de segurança pública,
pois o Direito não se pede, exige-se.
Jorge Ratier
Presidente da ODDPM (Organização para Defesa dos Direitos
Humanos)
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Muitos policiais e bombeiros
costumam nos enviar denúncias sem as devidas provas. A ASSINAP
luta por melhores condições de trabalho para todos, mas
não irá publicar, em nenhuma hipótese, denúncias
sem comprovação.
Preservamos o anonimato do denunciante, mas não podemos nos responsabilizar
por acusações sem o mínimo de respaldo, para evitar
problemas jurídicos para a Associação.
As provas podem ser fotos, Cds, gravações, cópias
de documentos, desde que obtidos por meio lícitos. |