:: JORNAL ASSINAP - NOVEMBRO / 06 - pág. 06
:: CARTAS

Com a palavra, você!

A participação dos associados e da população em geral ficou muito mais ativa depois do lançamento do nosso site www.assinap.com.br.
Através dos e-mails assinap.brasil@ig.com.br e assinap.brasil@assinap.com.br, recebemos sugestões, elogios e reclamações, além de várias denúncias relacionadas a PM.
A ASSINAP encaminhou as denúncias aos órgãos competentes para a devida investigação, garantindo o anonimato de quem nos enviou informações.

Participe, este espaço é seu. Expresse sua opinião.

Recursos para remédios no Gabinete Civil

A Governadora Rosinha Garotinho tem também em mãos os destinos dos policiais militares inativos já idosos e doentes, e que necessitam de recursos financeiros para aquisição de remédios.
Lamentavelmente, a chefe do Poder Executivo está negando a concessão deste beneficio a seus funcionários. Os inativos prejudicados são aqueles deram toda vida em defesa da sociedade.
O processo nº 2255 encontra-se no Gabinete Civil desde o dia 26/11/03, aguardando apenas uma simples assinatura para concessão do beneficio.
A Lei 2078/93 (DOERJ 13.02.03) estabelece o prazo máximo de 30 dias para despacho em qualquer processo nos órgãos da administração pública estadual, na qual o autor seja maior de 65 anos, motivo pelo qual é enviada a presente correspondência.
José Salim João Capitão PM Reformado Niterói

Vladimir Palmeira ofende Polícia Militar no Jornal O Globo

1 - Fui surpreendido ao ler na edição de 12 de setembro 2006, a matéria "A PM hoje é uma fábrica de bandidos e tolera a corrupção", feita em relação ao depoimento do candidato a Governador pelo PT Vladimir Palmeira, prestado ao Jornal O Globo. Além de ofensiva, as declarações atingem integrantes da Corporação que são candidatos, inclusive o signatário que é candidato, razão pela qual há necessidade de pronta resposta.
Assim, ao me solidarizar com os Policiais Militares pela gratuita e inaceitável agressão, espero que V. Sª. avalie a conveniência relativa à adoção dos procedimentos judiciais cabíveis.
Atenciosamente,
Deputado Paulo Ramos

2 - Venho por meio deste, externar como cidadão, civil, natural e morador deste Estado, minha total indignação em relação à forma caluniosa, desrespeitosa e difamatória com que o candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, Sr. Wladimir Palmeira, se referiu à Policia Militar do meu Estado. Toda generalização é injusta, seja com os bons ou com os maus. (...) Em todo grupo social existem os bons e os ruins, o joio e o trigo, assim como é o caso do partido político pelo qual concorre o Sr. Wladimir Palmeira. Não podemos julgar todos os filiados de seu partido, baseados na conduta de alguns, que conforme divulgado incansavelmente pela Mídia, são os "verdadeiros bandidos", que se valeram das benesses do Poder, que lhes foi conferido pelo voto popular, para dilapidarem o erário público.
Conclamo o Poder Público do meu Estado, Entidades de Classe da PMERJ, a se pronunciarem publicamente em defesa daqueles que em sua "grande maioria" abdicam de sua própria vida em garantia da nossa, inclusive a do candidato Wladimir Palmeira.
Nélio de Lucena Ferreira

3 - Eu me sinto envergonhado e constrangido com o conteúdo da matéria publicada pelo Jornal O GLOBO, onde este deputado Vladimir Palmeira cita a Instituição PMERJ como uma fábrica de bandidos. Não podemosficar de braços cruzados, quero rigorosamente tudo que a justiça me permitir como retratação de tal dano, não só a mim como também minha família (tenho esposa e 2 filhos, um de 14 anos que soube na escola e foi quem me retratou tal fato, e uma de 5 anos). Faço também uma pergunta se a PMERJ é fábrica de bandidos como podemos classificar os Órgãos que governam nosso tão sofrido Brasil? Assina: Um produto da fábrica de VLADIMIR PALMEIRAS, todavia, com defeito pois não me ensinaram a ser ladrão.
Soldado Lucius Pinho Ferreira (7° BPM), Policial Militar com muito orgulho.

Parabéns

1 - Venho expressar minha felicidade quanto às informações que ora encontro todas as vezes que solicito. Tudo encaminhado pelos excelentes advogados desta associação. Aproveitando a oportunidade e desejar muita paz e felicidade para todos.
Francisco Pinheiro Gomes de Oliveira

2 - Com imensa alegria, felicito a Administração Miguel Cordeiro, pelo lançamento do site. Doravante poderemos interagir com nossa atuante Associação. Deus abençoe a todos. Sucessos.
Ivan Batista dos Santos

3 - Parabéns pela criação do email. É uma evolução importante para a Associação.
Jair Batista

4 - Valeu Miguel, está de parabéns seu Webdesign. Assim fica mais fácil a interatividade o que é essencial. Abraços,
Paulo Eduardo

5 - Recebi o Jornal da ASSINAP. Excelente noticiário em todos os sentidos.
Helio Balbino da Silva

Regulamento Disciplinar

1 - Gostaria de parabenizá-los pela matéria que fala a respeito do fim do regulamento da PM e do CBMERJ, regulamento este punitivo e arcaico.
Rose Moraes

2 - Tive o prazer de receber em minha residência o exemplar de setembro de o ASSINAP NOTÍCIAS. Embora não seja associado, sinto-me rejubilado em vê-los representar com dignidade que só os verdadeiros homens detém, os nossos massacrados policiais militares. É necessária muita coragem para fazê-lo, "remando contra a maré", onde homens se aproveitam das funções que deveriam ser de comando, não de mando, e se sobrepõem aos cidadãos fardados, principalmente praças, e os massacram, forma geral. (...)
Punir somente os subordinados, sem dar o exemplo a partir de cima, é simplesmente usar o Direito, sem conhecer a Justiça... Por que é que somente os Praças têm um "Comportamento" a ser classificado, e os Oficiais, não? Por que é que os Praças submetidos a CD, mesmo tendo sido julgados aptos a permanecerem nas fileiras são excluídos da Corporação, e os Oficiais não são julgados com o mesmo rigor? Indago: isso é JUSTIÇA?
Aqueles que detêm o dever de julgar outrem deveriam ser isentos de consciência, para fazê-lo. Quando os pratos da balança da justiça pendem para qualquer lado, comentem injustiça. É fácil prender um subordinado, como sempre fazem, mas antes de assim procederem, as autoridades deveriam colocar em suas consciências um pensamento de autor desconhecido: A VINGANÇA CONTRA O SUPERIOR É UMA TEMERIDADE; CONTRA O IGUAL, DUVIDOSA; CONTRA O SUBORDINADO, UMA COVARDIA.
Ocimar Magdalena Lisboa

3 - Os policiais precisam tomar vergonha na cara e se unirem, a fim de acabar com os abusos de poder amparados por um regulamento (RDPM - Regulamento Ditador Para Militares) altamente ditador e uma das poucas coisas remanescentes daquele período vergonhoso de nossa história, e em seguida acabar com as mamatas nos cargos de Comando de nossa Corporação. O que "FALTA É VERGONHA NA CARA".
Drago Policial Militar

Felicitações da PM de São Paulo

Sou da Polícia Militar do Estado de São Paulo, atualmente atuo no St de Desp Orç e Custos do Comando de Policiamento do Interior Três - Ribeirão Preto. Estão subordinados a nós 07 Batalhões, circunvizinhados na região.
Um amigo me trouxe daí um jornal dessa conceituada Instituição, fato que me levou a querer transmitir-lhes os meus mais sinceros parabéns pela atuação e respaldo que estão dando aos Policiais, meus co-irmãos, aí do Rio de Janeiro.
Espero que continuem nesse magnífico trabalho, e estamos à disposição por este Comando.
Atenciosamente,
Ronaldo Ferracini

Praças incorporados

Nós, Praças, somos "incorporados" quando em nossa admissão nos quadros da PM, através de ato do Comandante Geral, publicado em Boletim da PM. Qualquer um que preste concurso público, é nomeado através de publicação em Diário Oficial. Os Oficiais são nomeados através de Diário Oficial. Por que ninguém nunca lutou para que os praças tivessem os mesmos direitos?
José Renato Dias Alvarenga Filho - 2º SGT PM


Dúvidas

Gostaria de saber se é procedente obrigar o militar do CBMERJ, a comparecer em formaturas, quando de folgas, em entregas de moção de políticos oportunistas e medalhas de ex-combatente. Principalmente, quando o militar não é o agraciado em tal solenidade.
V.D.

ASSINAP responde:

Como o senhor está na ativa, seus superiores o obrigam a se submeter a este tipo de situação, mas a atitude de obrigá-lo a comparecer a estes eventos durante sua folga fere os princípios do ato administrativo 37 caput da Constituição Federal.