| Apreensão
de armas
Os PMs estão torcendo para que não sejam mais obrigados
a bater cota de apreensão de armas, como vinha acontecendo no
governo anterior.
Os praças que não conseguiam apreender armas, eram punidos.
A prática era comum em vários batalhões.
Expansão da ASSINAP
Caso você queira criar uma subsede
da ASSINAP em seu município ou estado, entre em contato conosco:
assinap.brasil@assinap.com.br, -tels 2717.3031/27192286. Você
poderá ser nosso diretor regional e a arrecadação
será aplicada na própria subsede.
DIP privilegia oficiais
Alô Comando Geral, alguém
tem que dar um jeito na DIP! Meses atrás já falávamos
que a Diretoria faz jogo duro na hora de cumprir a Lei 4848, que determina
a inscrição na carteira da patente ou graduação
que está no contracheque.
Mas agora, resolveram abusar um pouquinho mais e simplesmente não
estão emitindo a 2ª via da carteira de inativos praças,
privilegiando tão somente oficiais superiores.
O ex-soldado PM Marco Antonio de Andrade (foto ao lado), paraplégico
e aposentado por ato de serviço, sentiu na pele a maldade. Ele
tinha vindo da cidade de Volta Redonda para dar entrada no documento,
mas foi mal atendido pelos atendentes que disseram que não fariam
a emissão da carteira.
Sequer, receberam o pedido do ex-praça. Alguma coisa tem que
ser feita. No NU/DIP, que atende os bombeiros, a ASSINAP vai impetrar
mandado de segurança.
Trabalho na Segunda folga
Muito vem se falando sobre reforço
no policiamento ostensivo, discurso que, de fato, agrada à opinião
pública. Mas o problema é a forma como esse reforço
é feito. Chega de utilizar policiais na segunda folga. Como se
sabe o policial tem escala de 12 por 24, ou 24/48, além do trabalho
no expediente.
Tem uma única folga final de semana, e é nessa folga que
tem o serviço extra, como por exemplo, reforço no sambódromo,
final de ano nas praias, assim como festas que ocorrem na área
do batalhão, sempagamento extra.
Que haja reforço no policiamento, mas sem exploração
do policial. Vamos fazer com que o policial tenha os mesmos direitos
do trabalhador comum.
Retorno de policias e bomberios
cedidos
É mais do que acertada a
decisão do Governo em trazer de volta para suas unidades os mais
de cinco mil bombeiros, policiais civis e militares cedidos. Há
muito tempo, a ASSINAP bate nesta mesma tecla.
É um absurdo que um contingente deste tamanho estivesse desviado
de sua função precípua. A maioria fazia trabalho
de segurança privada, atuando como motoristas e seguranças
de autoridades. O retorno desses homens será valioso para o tão
aguardado reforço no policiamento ostensivo. |
| A ASSINAP entrou com
uma notícia crime no Ministério Público, dirigido
ao Procurador Geral Marfan Vieira, por ter sido vítima de abuso
de autoridade praticado pelo ex-comandante da Escola Superior de Polícia
Militar, Coronel Mauro Assad Couto.
Tudo começou quando a ASSINAP questionou sobre a possibilidade
de implantar um DPO numa determinada área da imensa Escola, devido
ao número de assaltos que acontecia nas redondezas. Só
que em vez de instalar o DPO na área sugerida, o Comandante da
ESPM decidiu construir uma churrasqueira, para seu bel-prazer.
A churrasqueira foi construída colada na caixa de energia e de
ramais telefônicos da ASSINAP, que fica justamente do outro lado
do muro da Escola, na Rua Barão do Amazonas, em Niterói.
Logo após a construção da churrasqueira, começaram
a ter jogos de futebol, nos quais a trave do gol era virada para o muro
da ASSINAP. Como os jogos eram freqüentes, invariavelmente as bolas
do jogo caíam em cima dos carros dos sócios da ASSINAP,
como também no telhado na instituição, causando
prejuízos.
O Presidente da Associação, Miguel Cordeiro, solicitou
para que fosse posta uma rede de proteção nos muros para
evitar o inconveniente, mas nada foi feito. Além dos prejuízos,
os policiais que participavam das partidas, ainda pulavam o muro, invadindo
o estacionamento para a retirada das bolas que chutavam. Os PMs ainda
desafiavam os funcionários da instituição, dizendo:
“polícia não pede, pega”.
Cordeiro irá até as últimas instâncias para
apurar e julgar o ocorrido. “O ex-comandante foi negligente, autoritário
e negligente em nada fazer. Ele agiu como se a ASSINAP fosse a extensão
do seu quartel”, diz Miguel Cordeiro, Presidente da ASSINAP.
Por essas razões, a ASSINAP primeiramente representou à
Central de Inquéritos de Niterói, na qual o promotor arquivou
o feito, sem ouvir testemunhas, provavelmente tendo havido “embargo
auricular”. Por tal despacho descabido, foi encaminhada nova representação
ao Promotor Geral do MP para análise dos fatos. |
| Quando você estiver
em função de serviço reservado e for fazer qualquer
investigação, atente para o respeito à colheita
de PROVA LÍCITA.
O desrespeito à esta regra constitucional gerou representação
criminal da ASSINAP contra o Tenente Coronel PM Mário Sérgio
de Silva Reis - Chefe da 2ª DPJM - e os agentes daquela: 2º
Sargento Antônio César Ramos de Mattos e o 3º Sargento
Sebastião Henrique Reis Pinheiro, pela prática, em tese,
de abuso de autoridade, invasão de domicílio e improbidade
admnistrativa.
Nenhuma investigação não pode omitir a verdade
nem documentos, desvirtuando os fatos. Para toda ação
há uma reação. |